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Programa Coreógrafos Emergentes
Criações de Luís Malaquias, Maria José Bernardino e Raquel Tavares
Estreia a 22 de abril (12 e 13 de fevereiro) de 2021, no Auditório Fernando Lopes-Graça, Almada

 

Num novo programa dedicado a coreógrafos emergentes, a Companhia de Dança de Almada vira-se para profissionais a si ligados, residentes nesta cidade, e que há vários anos têm demonstrado o seu valor e potencial artístico. Apresenta-se, em estreia, um programa tripartido.

 

Amebas Traidoras
Existem temas que cruzam a Ciência e a Arte na sua pesquisa. A procura de resposta à questão da motivação para os comportamentos humanos é uma delas. Por que é que, perante determinada situação, tomamos as decisões que tomamos e como é que esse processo se desenrola?
“Amebas Traidoras” surge com base na abordagem multidisciplinar a esta questão por Robert Sapolsky, autor premiado pela MacArthur Foundation, e Professor de Biologia e Neurologia na Universidade de Stanford.
Numa peça para dois intérpretes, Luís Malaquias procura materializar as palavras de Sapolsky nos corpos dos bailarinos, na tentativa de entender os motivos por detrás de alguns dos comportamentos mais fraturantes e devastadores de que o ser humano é capaz. Debruça-se sucintamente sobre quatro temas que estruturam a vida em comunidade: Cultura, Evolução, Cooperação e Dicotomia ou Demarcação “Nós/Eles”.

Coreografia: Luís Malaquias
Interpretação: Bruno Duarte e Luís Malaquias

 

Gifted
Partindo da questão “O que é ser mulher?”, esta peça visa honrar a benção que é ser-se mulher. Trata-se de uma perspetiva, de uma partilha, de uma tentativa de simplificar algo tão complexo. Algo muito pessoal mas, de certo modo, geral. É um agradecimento a todas as mulheres, e em especial às que fizeram parte deste processo.

Coreografia: Raquel Tavares
Interpretação: Beatriz Rousseau, Joana Puntel e Mariana Romão

 

Cinza
Morrer. Esse item que está no fim do percurso. A inabalável certeza. Os corpos envelhecem, tornam-se cansados, gastos, ternurentos, patéticos, às vezes moribundos. O silêncio. O pânico. A resignação. As memórias.
Neste dueto, dois corpos percorrem o fim do caminho, independentemente dos dramas e das relações disformes.
“Não quero ir. Não quero que vás, Leva-me. Não vás outra vez. Vamos juntos…”.
Independentemente dos dramas e das relações disformes, o caminho não pára e é sempre em frente, até ao fim.

Coreografia: Maria José Bernardino
Interpretação: Luís Malaquias e Raquel Tavares

 

Desenho de luz: Stageplot
Ensaiadora e assistente de coreógrafos: Maria João Lopes

 

Luís Malaquias iniciou a sua formação em Leiria, na Annarella Academia de Ballet e Dança e no Clube Académico de Leiria. Licenciou-se pela Escola Superior de Dança, do I.P. de Lisboa em 2012 e, desde então, trabalhou como bailarino com os coreógrafos Benvindo Fonseca, Daniel Cardoso, Carla Jordão, Ricardo Ambrósio, Bruno Duarte, Nuno Gomes, Margarida Belo Costa, Elson Ferreira, São Castro e António Cabrita, Luís Marrafa, Julia Ehrstrand, entre outros, enquanto freelancer, no Quórum Ballet - Companhia de Dança Contemporânea e na Companhia de Dança de Almada (Ca.DA). Coreografou as peças "A Invenção da Resposta", com Bruno Duarte, e "Qu'ils mangent de la brioche: #publicperception" para a Companhia de Dança de Almada. Neste contexto teve oportunidade de dançar em múltiplos palcos de Portugal continental, Madeira, Polónia, Croácia, Bélgica, Itália, Alemanha, Suíça, Dinamarca, Roménia, Holanda, Luxemburgo, Brasil e China. Lecionou regularmente dança contemporânea entre 2010 e 2018 na Annarella - Academia de Ballet e Dança; Arabesque - Academia de Dança e Quórum Academy. Lecionou, no mesmo período e sobre o mesmo tema ou enquanto coreógrafo convidado, workshops em várias escolas da zona de Lisboa, incluindo a Escola Superior de Dança, o Centro de Artes de Marvila e a escola Almadança. Em 2018 desenvolveu, na Ca.DA, um projeto de videodança, que se concretizou nos filmes "The Art of Losing" da realizadora Cristina Ferreira Gomes sobre a peça homónima de São Castro, e "Sete Dias de Inverno", do realizador Henrique Câmara Pina, sobre a peça "Inverno", de Bruno Duarte. Atualmente é bailarino do elenco fixo da Ca.DA e aluno do terceiro ano de licenciatura em Osteopatia da Escola Superior de Saúde Ribeiro Sanches, I.P. da Lusofonia.

Raquel Tavares, natural de Lisboa, iniciou o seu percurso em Dança Clássica quando tinha 7 anos, realizando vários níveis do método Royal Academy of Dance. O seu contacto com a Dança Contemporânea começou quando ingressou na Escola Superior de Dança, na qual se licenciou em Criação/Interpretação (2010/13). De 2013 a 2015 realizou a formação Olga Roriz - Dança/Teatro, onde teve contacto com Olga Roriz, Sylvia Rijmer, Magalie Lanriot, Catarina Câmara, Paulo Reis, Marta Lobato, Maria Cerveira, entre outros. Simultaneamente, frequentou o projeto Quorum, onde dançou peças de Daniel Cardoso, São Castro, Inês Godinho, Jácome Filipe, e realizou aulas técnicas com Cláudia Sampaio e Margarida Belo Costa. Em julho de 2015 apresentou o solo "Campo Estreito. Minado de Sombras", na BlackBox do CCB. Em outubro de 2015 trabalhou com Benvindo Fonseca, realizando um excerto da peça "Edzer". Em 2016, estagiou e deu aulas de repertório na Companhia Olga Roriz, durante a criação "Antes Que Matem Os Elefantes". Participou na 18.ª Plataforma Internacional Coreográfica, no âmbito da 24.ª Quinzena de Dança de Almada, com o solo "Campo Estreito. Minado de Sombras". No mesmo ano, integrou o projeto Contraste, da Associação Poveira Nós da Dança, onde dançou coreografias de Benvindo da Fonseca e de Gonçalo Lobato. Desde 2017 que é bailarina na Companhia de Dança de Almada, onde dançou peças de Bruno Duarte, Luís Marrafa, Margarida Belo Costa, Luís Malaquias e Julia Ehrstrand, tendo participado nas digressões nacionais e internacionais.

Maria José Bernardino nasceu em Almada em 1971. Em 1983 iniciou a sua formação em Dança na Academia Almadense com as professoras Teresa Resende e Maria Franco. Em 1985 integrou os cursos de formação profissional na escola de dança da Companhia de Dança de Lisboa. Na Companhia de Dança de Almada, foi bailarina de 1990 a 1999 - onde destaca o trabalho com Clara Andermatt, Amélia Bentes, Jordi Cortés Molina e Peter Michael Dietz - e coreografou com Carla Albuquerque os espetáculos para a infância “O Mistério da Floresta”(2008) e ”A Cidade que era cinzenta” (2010). Frequentou o curso de iniciação Teatral em 1994 e foi intérprete e cocriadora de todas as peças de Maria João Garcia até 1998. Como bailarina independente fez parte dos trabalhos de Yolanda Alves “Dança com Lorca” e do projecto “Empty Box”, juntamente com Cláudia Dias e Maria João Garcia. Foi bailarina da Associação Cultural Ninho de Víboras. Desde 1999 que leciona Dança Criativa, Clássica e Contemporânea na escola da Companhia de Dança de Almada, tendo criado vários trabalhos para classes de representação e, mais recentemente, assumido um Projeto Coreográfico da escola.

Criações disponíveis para digressão. Clique Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. para contactar a produção da Companhia de Dança de Almada.

Contactos

Rua Manuel de Sousa Coutinho, 11

2800-163 Almada, Portugal

Tel: +351 212 583 175

E-mail: geral(@)cdanca-almada.pt

Ca.DA Escola

Rua Manuel de Sousa Coutinho, 11

2800-163 Almada, Portugal

Tel: +351 212 500 145

E-mail: escola(@)cdanca-almada.pt

Seg. a Sex., 16:00 às 20:00

Quinzena de Dança de Almada International Dance Festival

E-mail: quinzena(@)cdanca-almada.pt

Financiamento

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