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Programa Coreografos Emergentes CaDA 2026

Programa Coreógrafos Emergentes
Criações de Inês Barros, Rita Carpinteiro e Vitor Afonso
Estreia a 29 e 30 de abril de 2026, no Auditório Osvaldo Azinheira - Academia Almadense, Almada

O Programa Coreógrafos Emergentes tem como objetivo fomentar o desenvolvimento artístico de jovens bailarinos/coreógrafos.

Em 2026, é apresentado no âmbito da comemoração do Dia da Dança e integra criações selecionadas a partir de diversas propostas espontâneas enviadas à Companhia de Dança de Almada.

 

CONCIERGE, de Inês Barros

Inspirado no álbum "Hotel Heaven" de Yellow Days, "CONCIERGE" leva a figura da rececionista para a arena política, um espaço de aparente ordem que esconde incerteza e fragilidade. "CONCIERGE" personifica a autoridade, mas em vez de ser infalível, revela as dúvidas e a desordem inerentes ao seu papel. Este solo explora a tensão entre a fachada de controlo e as ansiedades internas de quem governa, mostrando a luta constante de um líder para manter a ação e a identidade, perante a persistente incerteza do poder.

Coreografia e interpretação: Inês Barros

Desenho de luz: Paulo Santos 

Música: Yellow Days, Cristobal Tapia de Veer, Kyborg

Apoio à criação: Play False Associação Cultural

 

too much?, de Rita Carpinteiro

Interessa-me o riso nesse lugar íntimo de tensão, onde o corpo oscila entre esconder-se e mostrar-se — um espaço de resistência subtil, onde convivem vulnerabilidade, erotização, poder e descontrolo.

Criação: Rita Carpinteiro

Apoio à criação: Bernardo Beja

Figurinos: Wilson Baptista, Inês Reis Correia

Desenho de luz: Paulo Santos

Música: Quantic, Flowering Inferno

Interpretação: Filipa Pereira, Inês Barros, Lúcia Salgueiro, Mariana Romão, Raquel Tavares, Vitor Afonso

Edição musical: Sara Casal

Agradecimentos: Bruno Duarte, Flávia Lopes, Francisco Ferreira, Gonçalo Botelho, Luís Malaquias

 

Culpa, de Vitor Afonso

Entre o peso do que não se controla, a impotência de quem cuida e o vazio de quem não se reconhece, a culpa ergue-se como personagem silenciosa, induzindo a estados de ansiedade, tristeza, raiva… numa mistura complexa e por vezes difícil de processar. 

Neste espaço temporal, em que quatro pessoas partilham percursos, é revelado como este sentimento as influencia, recorrendo por vezes a mecanismos de “coping”, compreensão e ajuda mútua. Os corpos e movimentos reverenciam os estados emocionais e representam a transitoriedade das emoções, desde o seu manifesto até à aceitação.

Coreografia: Vítor Afonso

Desenho de luz: Paulo Santos 

Figurinos: Bruno Duarte e Vítor Afonso 

Música: Emptyset, Riyuchi Sakamoto, Opto e Alva Noto, Frank Brentschneider, Arvo Part

Interpretação: Filipa Pereira, Lúcia Salgueiro, Mariana Romão, Raquel Tavares

Sonoplastia: Vítor Afonso

Agradecimentos: Bruno Duarte, Inês Cruz, Julie Chou, Lara Paula, Luana Frade

 

Natural de Alcobaça, Inês Barros iniciou os seus estudos na Academia de Dança de Alcobaça (2011-2019). Ao longo de oito anos, desenvolveu-se nas técnicas de Dança Clássica, Dança Moderna (Técnica Graham) e Dança Contemporânea. Em 2019/20, integrou o Quorum Project, tendo apresentado peças de Lua Carreira e Miguel Ramalho. Em 2020, juntou-se à jovem companhia InTranzYt Cia, onde interpretou peças de Ana Casquilho, Fábio Lopez, Cristina Pereira e Vasco Macide, Tiago Manquinho, Ayano Tatekawa e Miguel Esteves. Em parceria com a Compagnie Illicite Bayonne, fez parte do elenco artístico do bailado “A Bela Adormecida”, de Fábio Lopez. Desde 2023, integra a Companhia de Dança de Almada, onde tem interpretado peças de Bruno Duarte, Tiago Manquinho, Martxel Rodriguez e Jon Lopéz, Inês Pedruco, Carolina Cantinho, Hugo Marmelada, São Castro, Margarida Belo Costa, Tiago Coelho e Catarina Casqueiro. Como criadora, coreografou para a Academia de Dança de Alcobaça, FORMA - Estúdio de Dança de Chaves e Ca.DA Escola. Em 2025, participou no Projeto ECO – Emergentes em Criação e Orientação (Play False Associação Cultural). Atualmente leciona Dança Contemporânea na Ca.DA Escola.

Rita Carpinteiro formou-se na Academia de Dança Contemporânea de Setúbal. O seu percurso inclui colaborações com coreógrafos como Clara Andermatt, Jean Abreu, Amélia Bentes, Pedro Ramos, Sweetshop Revolution (Sally Marie e Mark Mallabone), Margarida Belo Costa e Elson Marlon, Diana Niepce, Tupac Martir, entre outros. Na Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo (CPBC) participou em criações de Vasco Wellenkamp, Iratxe Ansa & Igor Bacovich, Benvindo Fonseca, Margarida Belo Costa, André Mesquita, Miguel Ramalho, Ricardo Freire e São Castro. Enquanto criadora, assina obras como “(E)Motion”, “Paredes de Vidro” e, em parceria com Bernardo Beja, “1.8 dobbiamo immaginare”. Paralelamente à sua prática artística, é licenciada em Marketing e Publicidade e mestre em Estudos e Gestão da Cultura pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, encontrando-se atualmente a frequentar o doutoramento em Artes Performativas e da Imagem em Movimento na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. É professora de Movimento na Escola Profissional de Teatro de Cascais.

Vítor Afonso, natural da ilha da Madeira, iniciou a sua formação no curso profissional do Conservatório Escola das Artes, onde contactou com as técnicas de dança clássica, contemporânea, jazz lírico e afrojazz. Trabalhou como bailarino e entertainer em hotéis e no Casino da Madeira. Em conjunto com o coletivo Madeira Ballet Theatre - MBT, apresentou vários trabalhos por diversas cidades da Rússia, onde mais tarde obteve formação intensiva em dança clássica com Alexey Turko, em São Petersburgo. Mais tarde rumou a Lisboa, para iniciar a licenciatura na Escola Superior de Dança, conciliando a formação com a colaboração em espetáculos da Sublime Dance Company, Quorum Ballet e Companhia de Dança de Almada. Como intérprete, elencou ainda a abertura dos prémios da SPA - Sociedade Portuguesa de Autores de 2019, coreografado por Margarida Belo Costa; participou no projeto “memories” de IN LIMEN coreografado por Allan Fallieri; fez parte de “Body Buildings” de Henrique Pina, idealizado por Victor Hugo Pontes; e em “Duetos'/'Dueto” por Diana Niepce. Atualmente integra a Companhia de Dança de Almada, onde dançou, entre outras, as peças “RGB” de Jon Lopez e Martxel Rodriguez; “Shortcut” de Inês Pedruco; “Antonius Adalfuns” de Raquel Tavares; “Inverno” e “Carbono” de Bruno Duarte, e “The Process of Burning in Reverse”, de São Castro. Em 2024 criou o solo “a silent echo”, que apresentou no SOLO Çağdaş Dans Festivali, em Ancara, Turquia.

 

Atualizado em 9 de março de 2026

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