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Coreografia de Bruno Duarte
Apoio à conceção do projeto de Ana Macara e Maria João Lopes
Estreado a 26 de maio, no Cine-Teatro Academia Almadense, Almada.
60' | M/4

 

O medo, sentimento universal, tão avassalador quanto essencial.
Acompanha-nos diariamente e faz-nos muitas vezes questionar a nossa coragem.
Mas existem medos muito diferentes, entre materiais e abstractos, entre os que precisam de ser conquistados e os que são essenciais à sobrevivência.
“Fobos” é um mergulho no desconhecido, uma tentativa de compreender aquilo que nos assusta e porque nos assusta. É uma caixa cheia de desconhecido.
Fecha os olhos. Dá um passo em frente!

 

Este projeto inclui a apresentação em escolas e instituições, em versão adaptada para públicos e espaços específicos.

 

Sobre os autores

Bruno Duarte iniciou os seus estudos em Dança com os professores Nuno Carvalho (Hip hop) e Cláudia Cardoso (Dança Moderna), em Leiria. Em 2009 ingressa na Escola Superior de Dança, em Lisboa, na qual se licenciou em 2012. Durante o curso ingressou também na ArtEz - Institute for the Arts (Holanda), com o programa Erasmus. Profissionalmente dançou como bailarino freelancer e como bailarino de Companhias, destacando as peças "displaced episodes" de Margarida Belo Costa para a BoxNova do CCB; "Casa do Rio" e "Muito Chão" de Benvindo Fonseca, "Todo para sempre é agora" de Ricardo Ambrózio, "Re-ligações" de Rita Judas e "Jogos de Letras" de Nuno Gomes, todas para a Companhia de Dança de Almada; "Swan Lake" de Daniel Cardoso para o Quórum Ballet, "Step One" de Margarida Belo Costa para o Centro Cultural das Caldas da Rainha. Foi coprodutor e intérprete nas vídeodanças "P43", apresentada na 20ª Quinzena de dança de Almada e ".5" apresentada em países como Portugal, Bélgica, México, Brasil, Alemanha, entre outros e tendo ganho, no festival InShadow (Portugal), o prémio de melhor vídeodança em concurso - escolha do público. Como criador, apresentou já as peças "someone else ago", para Boxnova do CCB, "metamorfose" para a Culturgest, "overflow" para a EPC Dance Company e "Riot" para a Companhia de Dança de Almada. Atualmente, integra a Companhia de Dança de Almada, e é professor na Ca.DA Escola.

 

Ana Macara, natural de Lisboa começou em 1979 o seu percurso como bailarina, após estudar Dança Clássica com Anna Máscolo, Dança Jazz com Edgar Coronado e Contemporânea com Susanah Hayman-Shaffey e Aaron Osborn, entre outros. Integrou como bailarina e coreógrafa, o Grupo Experimental de Dança Jazz e o Grupo Atitudes e Movimentos, que dirigiu, para além de numerosos projetos para palco, diferentes espaços urbanos e televisão. Desde 1990, colabora com a Companhia de Dança de Almada como coreógrafa e assessora artística. Codiretora artística da Quinzena de Dança de Almada. Mestre em Dança pela Universidade da Carolina do Norte e Doutorada na mesma área pela Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa, onde lecionou de 1983 até 2015. Aposentada como Professora Associada com agregação, integra ainda o Centro de Estudos em Artes Performativas e Pólo FMH do Instituto de Etnomusicologia – Música e Dança.

 

Maria João Lopes, é licenciada em Dança, ramo Interpretação Criação, pela Escola Superior de Dança de Lisboa e mestre em Programação e Gestão Cultural pela ULHT. Assume o cargo de professora ensaiadora e diretora de cena da Companhia de Dança de Almada desde agosto de 2004. Nasceu em Lisboa em 1977, iniciou os seus estudos de dança aos seis anos de idade na Academia de Dança de Setúbal (Portugal) sob a orientação de Maria Bessa e António Rodrigues, durante a sua formação trabalhou com diversos professores. Foi bailarina na CeDeCe Companhia de Dança Contemporânea de Setúbal, participando na maioria dos espetáculos em Portugal e no estrangeiro, teve a oportunidade de trabalhar com diversos coreógrafos com destaque para, Darshan Singh Buller, Olga Roriz e Gagik Ismailian entre outros, ainda como bailarina fez parte do elenco da Dançarte Companhia de Dança, da Companhia de Dança de Almada e da Luzzo Fluidans Cia (Curitiba – Brasil). Como professora de dança trabalhou com a Academia de Dança Contemporânea de Setúbal, Estúdio Sétima Posição, Conservatório Regional do Algarve, Gaia Cia de Dança (Natal – Brasil) Grupo de Dança da Faculdade de Artes do Paraná (Curitiba - Brasil), Companhia de Dança de Aveiro, Companhia de Dança de Almada - Escola, Círculo de Dança de Lisboa, Coral Luísa Todi de Setúbal no Projeto Show Choir com a Maestrina Gisela Sequeira, Fórum Dança de Lisboa e Conservatório Regional de Artes do Montijo.

 

Ficha artística

Coreografia: Bruno Duarte
Apoio à conceção do projeto: Ana Macara e Maria João Lopes
Texto: António Torrado
Desenho de luz: Cláudia Rodrigues
Assistente de coreógrafo e ensaiadora: Maria João Lopes
Seleção e edição musical: Bruno Duarte
Figurinos: Alexandra Monteiro
Adereços e cenário: Ca.DA
Interpretação (elenco original): Beatriz Rousseau, Bruno Duarte, Francisco Ferreira, Joana Puntel, Luís Malaquias, Mariana Romão, Raquel Tavares

 

Fotos

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Clique Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. para contactar a nossa produção.

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Coreografias de Carla Jordão, Luís Marrafa e Ricardo Ambrózio
Programa da temporada 2017, estreia a 29 de setembro, no Teatro Municipal Joaquim Benite, Almada

 

Em 2017, o festival Quinzena de Dança de Almada, organizado pela Ca.DA, comemora 25 anos. Ao longo deste tempo, o festival tem contribuído para o intercâmbio e promoção internacional da dança, oriunda de vários países. Tal como tantos coreógrafos pelo mundo, também os artistas portugueses procuram alargar o seu conhecimento e experiência noutros países. Pela Companhia de Dança de Almada, iniciaram-se bailarinos e coreógrafos que escolheram ficar fora de Portugal. Na Alemanha, encontrámos Carla Jordão e na Bélgica, Ricardo Ambrózio. Trazê-los de novo ao contacto com o nosso público pareceu-nos uma boa aposta. Representa o apreço e reconhecimento que temos por todos aqueles que se dispuseram a partir, para poder crescer nesta arte da dança. O programa proposto é partilhado por trabalhos destes dois coreógrafos, e pela primeira vez para a Ca.DA, uma criação de Luís Marrafa, atualmente residente na Bélgica. “Coevos” pretende-se, pois, um programa eclético, onde se poderá entrever o universo de cada coreógrafo dentro do nosso imaginário coletivo.

 

Sobre os autores

Carla Jordão é licenciada em Dança no Ramo de Espetáculo pela Escola Superior de Dança, em Portugal (2004), e Mestre em Composição Coreográfica pela Folkwang Universtät der Künste, na Alemanha (2016). A sua experiência profissional está ligada à dança, ao teatro e à coreografia. Tem participado em variadas performances, em diferentes países como Portugal, Espanha, França, Grécia, Polónia, Áustria e Alemanha. Foi bailarina e coreógrafa da Companhia de Dança de Almada, na qual trabalhou com diversos coreógrafos como Benvindo Fonseca, Clara Andermatt, Guillermo Horta Bettencourt, Jean Paul Bucchieri, Marie Coquil e Rui Pinto. Foi Bailarina da Kamu Suna Ballet Company com a direção de César Moniz. Fez parte do elenco da peça “O 3º Homem” (teatro/dança), da Inestética Companhia Teatral. Em Berlin, participou nas peças de dança “Complementary differences” e “Love matters”, do coreógrafo Chaim Gebber. Bailarina na peca “7XK”, de Mario Mattiazzo, com criação em Colónia (Alemanha) e Viena (Áustria), uma coreografia para o Sommerblut Festival. Assistente da dramaturga Célestine Hennermann, no projecto “Ich sehe was, was du nicht siehst”, criação e performance em Düsseldorf e Frankfurt. Coreografou a peça “La Ligne de Vie” para a Companhia de Dança de Almada, a qual foi escolhida para representar a Companhia em vários festivais europeus. Coreógrafa/intérprete do solo “Self Portrait”, criado numa residência em L’AGORA, Guilers (França) com estreia no Festival La Becquée (França), uma peça apoiada pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Compagnie Pour Un Soir. Coreografou também a peça “Me you you Me”, resultado de uma cocriação com Romain Husson, numa Residência Artística no CAE, Figueira da Foz, com o apoio da Corpodehoje. Criou as peças “Skeletal automaton” (2015) e “Unruhe” (2016), estreadas no Fünfzehnminuten Festival (Colónia, Alemanha). “Drafting Plan”, um dueto criado em colaboração com Stephanie Miracle, que ganhou o primeiro prémio de melhor dueto em 2015, no Festival SoloDue em Barnes Crossing (Colónia, Alemanha). Em 2016, a mesma peça ganhou o prémio de melhor dueto apresentado no SzoloDuo Festival (Budapeste, Hungria), e o terceiro prémio no Contact Energy Competition (Erfurt, Alemanha). Em 2016, criou “State of Suspension”, “This must be the place”, “Delimited expanding mass” e mais duas peças especificamente para o Extraschicht – Lange Nacht der Industriekultur (Unna), e para o Festival Welttheater der strasse (Schwerte), ambos na Alemanha. Em 2016, foi uma das três coreógrafas escolhidas para a residência “Think Big”, no teatro nacional em Hannover, Alemanha.

 

Luís Marrafa nasceu e viveu em Schüttorf na Alemanha até ao seus 9 anos. Mudou-se para Évora e depois para Lisboa, passou por Londres e neste momento vive e trabalha em Bruxelas. Luis desde muito cedo despertou a paixão pelo desenho e dança, mas o desenho foi a sua primeira abordagem artística e já em criança foi convidado para expor alguns dos seus trabalhos premiados. Ele mais tarde através da admiração pela pintora Leonor Serpa Branco entrou na Escola Superior de Artes e Design nas Caldas da Rainha. Mas num instante desistiu do curso depois de ver “Pixel”, uma peça de dança do coreógrafo Rui Horta. E assim tudo começou, licenciou-se na Escola Superior de Dança, em Lisboa. É cofundador da companhia MARRAFA vzw e do estúdio de dança StairCase.studio em Bruxelas. Cria e produz os seus próprios trabalhos como coreógrafo, bailarino e desenhador/compositor de som, inspirando-se intuitivamente na sua experiência e no ambiente multicultural à sua volta, destacando os trabalhos Unstable, Disquiet, IIB (em colaboração com António Cabrita obteve o prémio de melhor fotografia através do VII concurso de fotografia no Barreiro em 2008 e do melhor vídeo de dança do festival de dança de Almada em 2009), Untitled (prémio da melhor performance através do festival InShadow, em Lisboa em 2012), ABSTAND (nomeado para melhor coreografia pelo Prémio Autores SPA 2014). HOME (selecionado pela Aerowaves twenty company em 2016). Realça os artistas com quem trabalhou, Karine Ponties, Rui Horta, António Cabrita e Tânia Carvalho. “O conceito é gerar movimento, do mais simples ao complexo. Cada movimento por sua vez terá um profundo desejo de comunicar”.

 

Ricardo Ambrózio, de nacionalidade luso/brasileira, cresceu no Rio de Janeiro. Interessa-se desde cedo pela cultura brasileira, incluindo a cultura popular. Aos seis anos de idade inicia-se com o ritmo e movimento, com aulas de capoeira, e aos treze anos integra um grupo de dança de rua, participando em competições durante três anos. Aos dezasseis anos conhece Flávia Tápias, bailarina, professora e coreógrafa brasileira que o convida e incentiva a estudar e a trabalhar como seu assistente, partilhando consigo as aulas e materiais de pesquisa. Desta forma assume o cargo de pesquisador residente no Centro de Documentação e Pesquisa de Dança do Rio de Janeiro (CDPD-RJ). Trabalha como produtor em festivais de dança e frequenta durante dois anos a Faculdade Angel Vianna. Vem para Lisboa com vinte anos, onde frequenta a Escola Superior de Dança. Em Portugal foi bailarino da Companhia de Dança de Almada (2007-10), destaca o trabalho com Filipa Francisco, Rita Galo e Ana Macara. Iniciou-se como coreógrafo na Companhia de Dança de Almada onde criou “Lifeboat” (2008), “Nossos”(2009), peça apresentada nos festivais internacionais “La Becquée” em Brest (França) e “ProArt” em Praga. Criou ainda para a Ca.DA, em 2014, “Todo para sempre é agora”. Como coreógrafo e professor criou e desenvolveu um estilo próprio, no qual mistura todas as influências de Dança recebidas. Numa procura constante de pesquisa coreográfica, muda-se para Amsterdão e Bruxelas, onde trabalha com Bruno Caverna, Gerard Mosterd, Dogwolf (companhia de Chris de Feyter), Willy Dorner e Wim Vandekeybus. Trabalhou nos últimos quatro anos na companhia de Wim Vandekeybus. Atualmente dirige o seu próprio projeto "Untamed Productions", iniciado em 2013.

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Contactos

 

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2800-163 Almada

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Fax: +351 212 500 524

E-mail: geral@cdanca-almada.pt

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Rua Manuel de Sousa Coutinho, 112800-163 Almada

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E-mail: escola@cdanca-almada.pt

Seg. a Sex., 16:00 às 20:00

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